terça-feira, 14 de setembro de 2010

AMOR SEM ESCALAS

Assisti a este filme na sala de aula no 7º semestre, ma matéria ministrada pelo Profº Fábio Reis. No dia foi muito divertido. Teve até microondas na sala de aula para preparar as pipocas. (risos)
Segue para maiores detalhes do filme, uma parte da resenha que apresentei para o professor.

O filme tem como personagem principal George Clooney, no papel de Ryan Binghan, que tem um emprego no qual consiste em viajar pelos EUA demitindo pessoas de seus trabalhos. Esta empresa que ele trabalha é contratada por patrões que não tem coragem de demitir seus funcionários, e assim pagam à firma onde Binghan (Clooney) trabalha para fazer este serviço. Podemos imaginar como nesses tempos de crise quanto trabalho ele está tendo.

Despedir pessoas não é o melhor emprego que pode se ter, mas ele está longe de estar insatisfeito com essa vida. Sua vida é essa rotina de trabalho. Está entre aeroportos e hotéis, o faz ele se sentir em casa. Ele na verdade podemos assim dizer que não tem casa. Tem na verdade um endereço para receber suas correspondências.

O filme também retrata um pouco da vida pessoal e profissional de Binghan, que é está no céu entre um vôo e outro. Vivendo disso, ele aproveita a chance de poder viajar bastante para acumular milhas de viagens de uma companhia aérea. Existe uma espécie de número máximo que ele pretende alcançar, o que o fará se tornar a sétima pessoa a conseguir tal feito. É um numero de milhas que daria para chegar até a lua.

O seu estilo de vida é ameaçado com a chegada em sua empresa da jovem Natalie, uma recém formada cheia de novas idéias. Ela tem um planejamento de cortar as viagens dos agentes. Ao invés de viajarem, eles fariam as demissões através de um novo sistema on-line, estilo vídeo conferência, utilizando computador e uma webcam, assim cortando os custos de viagem e hospedagem de empregados. E é claro que Binghan se opõe a isso. Não apenas pela iminência de ter de mudar totalmente sua vida, mas também pelo tratamento que as pessoas vão receber com esse novo tipo de sistema. Ele tem uma filosofia no que faz, digamos que uma técnica apurada para fazer bem o que desenvolve em sua profissão. Mas antes de implantar o novo sistema ele terá que levar a novata jovem Natalie para aprender mais sobre o trabalho que ele desenvolve. No filme fica claro sobre a questão dos métodos atuais aplicados nas empresas já estão ficando ultrapassados e de alto custo com a chegada das novas tecnologias.

Além de seu trabalho na empresa de demissões, Ryan também oferece palestras motivacionais, usando a analogia; "O que carrega em sua mochila?". Ele destaca uma vida livre de relacionamentos com pessoas e coisas. Simbolizando que a pessoa deve ter uma vida sem compromissos. Mas durante suas viagens ele conhece uma mulher chamada Alex (Vera Farmiga), e eles começam uma relação casual. Sua amante também tem o mesmo estilo de viajar sempre. Eles se encontram sempre quando suas agendas de viagens batem.

George Clooney está perfeito em seu papel. O filme proporciona uma experiência satisfatória, onde podemos refletir sobre alguns dos pontos mais importantes em nossas vidas diárias.

Não poderia deixar de citar Jason Reitman (diretor) que está ainda em seu terceiro filme, depois de; Obrigado por fumar e Juno. Depois vale a pena conferir o “Obrigado por fumar”.

Amor sem Escalas é um filme excelente e indicado para alunos acadêmicos de várias áreas do conhecimento, mas também para profissionais formados e forjados por alguma filosofia de trabalho. Vale a pena conferir, e cada um tirar suas próprias conclusões.

Resenha apresentada na disciplina Motivação e Liderança

Professor Fábio dos Reis

7º período de Administração

Abril de 2010.

Por Demontier Camelo da Silva

Acadêmico de Administração – 7º Semestre

Demontier.adm@gmail.com

DICA DE FILMES QUE DEVEMOS ASSISTIR

Olá queridos e queridas leitores do Blog Administrando a Vida Acadêmica. Não poderia deixar de indicar alguns filmes que devem assistir, com uma visão diferente, e não apenas simplesmente assistir, mas observando os detalhes com *Senso Crítico.
Nesta primeira postagem vou indicar o filme "O Diabo Veste Prada", que fala de empregabilidade e Sucesso Profissional. Vejam abaixo uma pequena resenha do filme.
"Os detalhes da sua incompetência não me interessam"

"Sabe porque o contratei? Sempre contrato o mesmo estilo de pessoa para este cargo. Mas todas me decepcionam. Então me aparece você, que aparentemente não tinha perfil, mas sim um ótimo currículo e um belo discurso sobre sua ética de trabalho. Eu achei que você seria diferente. No entanto, você acabou me decepcionado mais do que qualquer um dos outros."

Como você reagiria se trabalhasse duro em uma tarefa cujo resultado não foi o que se esperava, e ouvisse do seu chefe este discurso? Guarde sua resposta para comparar com a reação da personagem Andy Sachs(Anne Hathaway), protagonista do filme O Diabo Veste Prada.


Vivemos em um mundo onde somos obrigados a ver como ideal um modelo de eficiência extrema: por mais que estudemos ou trabalhemos, parece nunca ser o suficiente, e o mundo parece nos instigar a dar cada vez mais e mais de nós mesmos. Isto nos custa muito caro: o sacrifício de momentos com amigos, família e principalmente com nós mesmos.

Reconhecimento? Estabilidade? Isso não existe em um mundo onde somos forçados a nos compararmos com parâmetros inatingíveis de excelência: quando achamos que "chegamos lá", percebemos que ainda há um longo caminho a ser percorrido.


No filme, a jovem Andy é contratada como a nova assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), uma tirana editora de moda de Nova York. Através de um enredo inteligente e envolvente, no desenrolar da história vemos como a busca pela excelência pode ser proporcional à decadência de sua vida pessoal, como explica o personagem Nigel (Stanley Tucci): "Sua vida pessoal etá péssima? Bem vinda ao clube! Acontece quando se trabalha bem. Avise-me quando explodir: quer dizer que será promovida."


Só por esta reflexão, o filme já é uma ótima referência para o profissional atual, seja da Administração, seja de qualquer outra área. Mas temos muito mais pela frente.



Adaptações e postagem; Demontier Camelo

* Senso crítico como “faculdade de apreciar e julgar com ponderação e inteligência”.