Como você reagiria se trabalhasse duro em uma tarefa cujo resultado não foi o que se esperava, e ouvisse do seu chefe este discurso? Guarde sua resposta para comparar com a reação da personagem Andy Sachs(Anne Hathaway), protagonista do filme O Diabo Veste Prada.
Vivemos em um mundo onde somos obrigados a ver como ideal um modelo de eficiência extrema: por mais que estudemos ou trabalhemos, parece nunca ser o suficiente, e o mundo parece nos instigar a dar cada vez mais e mais de nós mesmos. Isto nos custa muito caro: o sacrifício de momentos com amigos, família e principalmente com nós mesmos.
Reconhecimento? Estabilidade? Isso não existe em um mundo onde somos forçados a nos compararmos com parâmetros inatingíveis de excelência: quando achamos que "chegamos lá", percebemos que ainda há um longo caminho a ser percorrido.
No filme, a jovem Andy é contratada como a nova assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), uma tirana editora de moda de Nova York. Através de um enredo inteligente e envolvente, no desenrolar da história vemos como a busca pela excelência pode ser proporcional à decadência de sua vida pessoal, como explica o personagem Nigel (Stanley Tucci): "Sua vida pessoal etá péssima? Bem vinda ao clube! Acontece quando se trabalha bem. Avise-me quando explodir: quer dizer que será promovida."
Só por esta reflexão, o filme já é uma ótima referência para o profissional atual, seja da Administração, seja de qualquer outra área. Mas temos muito mais pela frente.


Um comentário:
Olá, sou o Fabricio, autor da resenha.
Fico contente que você tenha apreciado meu texto a ponto de publicá-lo em seu blog!
É uma forma de reconhecimento e de respeito, já que manteve a fonte.
Parabéns pelo seu trabalho! Seu blog segue uma linha semelhante à minha, e ficou excelente!
Um abraço!
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